domingo, 10 de dezembro de 2017

Rio de Janeiro, 10 de Dezembro de 2017.


Hoje revisitei fotos de algumas redes sociais. Observei-me em diferentes momentos. Deparei-me com olhos brilhantes, preocupados, entristecidos. Vi-me radiante em determinadas fotografias, apática em outras. Uma em especial mexeu comigo. Ela escancarava um sorriso doce. Transmitiu-me um bom tanto de paz e, fundamentalmente, um saudosismo imenso daquela boa energia. Não tinha maquiagem, filtro, ou qualquer outro artificio que utilizamos para "sair bem na foto". Tratava-se, literalmente, de um instantâneo da realidade... um fragmento da vida capturado fidedignamente... Estava linda, leve, feliz. Mesmo em meio a batalhas diárias, que envolviam pessoas, finanças, profissão. Havia naquele retrato equilíbrio, saúde emocional, força. Pareceu-me que eu estava reaprendendo a sorrir para além do Facebook, Instagram, etc. Sorrir  meu riso largo, vibrante, iluminador. Aquele "sorriso-holofote", como já fui apelidada por alguém que, ironicamente, o apagou. 



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