domingo, 12 de junho de 2011

Já me desesperei, já chorei, esperneei, encolhi-me em posição fetal, abracei o travesseiro. Já mandei mensagem para quem não devia, pensei em quem não merecia. Já cogitei não conseguir, não concluir. Ao final disso tudo, cheguei a um único entendimento: sinto-me só nessa empreitada, e pergunto-me se é assim mesmo que deve ser... choro ainda mais ao refletir sobre tal... Eu não sei o que fazer... estou perdida... e meu prazo já expirou... Deus, ascende a luz, por favor! Estou cansada e confusa (extremamente, em vários aspectos). Bebo uma caneca de café e como um pequeno pedaço de bolo de aipim. Chega. Preciso de um banho quente e de uma madrugada de trabalho produtivo. Ainda que Deus insista em manter a luz apagada.

domingo, 5 de junho de 2011

Quantas são as dores e alegrias de uma vida?




Boa música para findar o domingo. Sinto paz ao ouvi-la. Boa descoberta do início deste final de semana. Mas, fica a pergunta.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Eu ia escrever, mas desisti. Sei lá porque. Desisti, recuei. Hoje, eu prefiro o silêncio, a invisibilidade. Diferentemente de ontem, optei por me ausentar de mim. Nada de olhos lacrimejando, nada de músicas que me toquem a alma, nada de divagações sentimentais. Hoje é dia de pé-no-chão, sem direito a sentar num banquinho da Praia Vermelha para contemplar o mar e refletir sobre a vida, sem direito a me perder no horizonte. Hoje foi só um dia. Apenas isso. Nada além.