quinta-feira, 3 de novembro de 2016

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

O tempo é nosso bem mais precioso.

Há 1 semana, eu voltava do sepultamento de um primo: querido por todos, jovem, alegre. Naquele carro, eu ainda digeria o ensinamento que desceu goela abaixo: a vida é agora! Não temos tanto tempo a perder com o que, realmente, não importa, não cabe, não vale. Infelizmente, crescemos quase que numa formatação automática para viver o amanhã, para sofrer antecipadamente. E deletamos todas as situações que o universo nos aponta para ilustrar o contrário. Insistimos em guardar tudo para as tais ocasiões especiais, esquecendo-nos que elas podem não chegar. Afinal, quem está imune à vida? Pensando nisso, o desafio é abusar do amor e evitar as dores desnecessárias.  

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Velhos traumas e novos receios. Talvez, o mais fidedigno seja escrever "velhos receios". Apesar do bom momento vivido, senti um medo já experimentado antes... Se por um lado as pedras do meio do caminho me tornaram mais dura, por outro me proporcionam uma fragilidade indesejada... Algo que me emperra, causa dor, e me desencoraja a continuar rumo à novas relações. De repente, me vejo uma menina insegura, um tanto desacreditada... E o descrédito perpassa a autoestima e vai fazendo outros estragos. Mas, essa dor é para sentir silenciosa e solitariamente, em segredo, sem que ninguém enxergue a menina que há por trás da capa de mulher imbatível.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Domingo, 09/10/2016. Um dos melhores dias que passei nos últimos tempos: leve, alegre, simples. Sem grande elaboração. Nenhum lugar específico. Nada de álcool. Apenas contei com o que realmente importa e faz a absoluta diferença: boa energia e pessoas intencionadas à felicidade. Pessoas decididas a se divertirem, cotidianamente. Gente do bem, que surgiu de forma inesperada, me arrancando do limbo, do ciclo vicioso, me devolvendo a mim mesma. A quem devo muita gratidão por cada molecagem rs, porque ser moleca me trouxe de volta boa parte da minha alegria. Por me auxiliar nesse processo diário e contínuo de autoconhecimento, inclusive na perspectiva de mulher. 
Esse domingo me fez lembrar como escolhemos àquele que desejamos mais próximo: cuida de ti? Proporciona riso largo? Gargalhadas suficientes para sentir os músculos da barriga doendo? Torna-te especial simplesmente pelo modo como olha para você? Isso não é pouco, nem é bobagem. É mesmo o fundamental, para a vida ser mais gostosa. E, sabe do que mais? Não é o tempo que cura, mas o amor. 

terça-feira, 31 de maio de 2016

Mudanças (in)visíveis

Hoje eu estou positiva, e resolvi escrever de forma diferente. Decidi direcionar o texto, propositalmente, à você que insiste em ser feliz. Quer saber a minha opinião? Tens absoluta razão. Sem titubear afirmo: nascemos para a felicidade. Claro, no meio do caminho sempre encontraremos as pedras, as dores, os desgostos. O importante é não perder de vista o sol. Imprescindível é não desistir de nós mesmos, de viver o que acreditamos. Haverá escuridão nesse processo? Sim. Mas, haverá luz para cessá-la. Estejamos atentos. A felicidade está do lado de dentro, e isso transforma o nosso modo de lidar com os altos e baixos da vida. Chamo a atenção para um único e decisivo aspecto: para ser feliz tem que ter coragem de avançar, de encarar os desafios, os medos, os receios. Ser feliz supõe ir "além do que se vê". 

terça-feira, 3 de maio de 2016

A meta de ontem foi batida. Meta-autossabotagem. Meta-auto-violência. Cada ML daquela garrafa de vinho tinha uma finalidade. Era preciso umedecer os maus sentimentos e as desagradáveis sensações, e não engolir à seco. Coloquei para dentro mais uma dose de algo maléfico (e não me refiro à bebida). O meu corpo revidou, reagiu. Não aceita "apanhar calado". Insiste em apontar:" Ei, moça! Isso não te faz bem!". Em dias de rebeldia (contra si?), teimo em ignorar as evidências. E, a história ganha mais um capítulo, enquanto eu perco mais um pedaço de mim.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Do que são feitas as relações?

Quase 4 anos... Nenhum post e muitas turbulências. Engolida por elas, assim me sinto nesse momento... Um trator, atolado. Patinando na lama. Um caminhão, cheio de mágoas e ressentimentos. Sobrou amor? Sempre sobra, mesmo que seja aquela raspa do fundo do tacho. O suficiente para recomeçar, para continuar apostando, para não se tornar descrente nas relações homem/ mulher (em todas as vertentes que esse binômio permite contemporaneamente).
Mais uma madrugada em claro. Custa caro investir no ser Humano? Trata-se de valor ou preço? Mais uma boa dose de sofrimento. De primeira linha. Daquele que causa dor. Que tira sono. Que estraçalha a autoestima. Que te reduz a pó. Por mais difícil que seja essa tarefa, não podemos deixar de realizá-la na vida: enxergar o lado bom. Tem de ter. É estritamente obrigatório para não desistirmos. E, para avançar, estarei mais forte. Mais uma pedrada. Na próxima estarei de capacete. Vale o aprendizado construído pelos traumas. Será disso que são feitas as relações? Traumas? Novos e velhos? Estou pessimista.