sexta-feira, 22 de outubro de 2010

De 17 a 20 de Outubro estive na Anped, principal congresso de Pós-Graduação em Educação no Brasil. Apesar de saber da importância do evento, nunca tinha conseguido ir. O "não conseguir" devia-se a uma mistura de falta de vontade e dinheiro, porque se tem uma caracteristica que lhe é peculiar, é o elitismo que o circunda. Gasta-se, para apresentar um trabalho neste evento (o que vale ponto no tal Curriculo Lattes), em torno de R$500,00 - isso equivale a quase 1 salário mínimo brasileiro (R$510,00)! Enfim, eu fui. Mas, na condição de ouvinte. Foi bastante legal. Apesar do conservadorismo que muitas vezes impera no campo educacional, conciliei estudo e diversão. Fui às festas, sambas, boates, bares, restaurantes e o que mais nos oferecesse a pequena cidade de Caxambu-MG como opção para lembrar que a vida e a academia intelectual coexistem. Dancei como há anos não fazia. Sequer me recordo de ter me entregue a música, de todo tipo, de maneira tão intensa como o fiz na graciosa cidade mineira. No dia seguinte à minha chegada ao Rio, acordei com a garganta inflamada, e a febre foi se instalando ao longo do dia, precisamente no percurso Rio-Magé-Rio que precisei fazer para dar conta de uma demanda de trabalho. O dia, que começou cedo, se estendeu até às 22h. A febre, insistente, não permitiu um prolongamento dele para além das 23h - ou seja, apenas o tempo do banho e da comida. A noite de ontem para hoje foi bastante desagradavel. Acordei com a impressão de que esse mal-estar será cia no final de semana. Nesse momento, a febre persiste. O incomodo é inevitavel. E, tudo isso, traz certa sensibilidade. Sinto-me fragil. Queria receber aqueles cafunés quando adoecia há alguns meses atrás. Mas não da. Tenho saudade de ser cuidada, pelo meu outro...Mas não da. Entretanto, fico feliz pela preocupação verdadeira que sempre temos um com o outro.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

"Saudade de você, do seu corpo, do seu cheiro, de você inteiro"


Página virada. A vida sempre continua. Graças a Deus.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Eu quero um amor com o qual eu possa dividir a vida

Quero um amor para poder me divertir

Para poder sorrir, mas também chorar

Um amor que me leve para dançar

E que me faça distrair

Quero amor para dividir, mas também o quero para somar

Quero um amor para brincar e brigar

Para cansar e descansar, para gargalhar

Quero um amor que me traga leveza, mas também beleza

Quero um amor para carências e transparências,

Um amor para insistir

Para seduzir

Um amor que me leve para beber,

Um amor para me ter

Quero um amor que não seja para esquecer.

Ju, 01.10.10, às 16:19


É... parece que as coisas começam a mudar dentro. Estou em paz.

MUITO POUCO!!

Muito Pouco

Maria Rita

Composição: moska

Pronto
Agora que voltou tudo ao normal
Talvez você consiga ser menos rei
E um pouco mais real
Esqueça
As horas nunca andam para trás
Todo dia é dia de aprender um pouco
Do muito que a vida traz.

Mas muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais

Chega!
Não me condene pelo seu penar
Pesos e medidas não servem
Pra ninguém poder nos comparar
Porque
Eu não pertenço ao mesmo lugar
Em que você se afunda tão raso
Não dá nem pra tentar te salvar

Porque muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero ...

...veja
A qualidade está inferior
E não é a quantidade que faz
A estrutura de um grande amor
Simplesmente seja
O que você julgar ser o melhor
Mas lembre-se que tudo que começa com muito
Pode acabar muito pior

E muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louca
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouca
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais
Pouco eu não quero mais.
Pouco eu não quero mais.