O tempo é nosso bem mais precioso.
Há 1 semana, eu voltava do sepultamento de um primo: querido por todos, jovem, alegre. Naquele carro, eu ainda digeria o ensinamento que desceu goela abaixo: a vida é agora! Não temos tanto tempo a perder com o que, realmente, não importa, não cabe, não vale. Infelizmente, crescemos quase que numa formatação automática para viver o amanhã, para sofrer antecipadamente. E deletamos todas as situações que o universo nos aponta para ilustrar o contrário. Insistimos em guardar tudo para as tais ocasiões especiais, esquecendo-nos que elas podem não chegar. Afinal, quem está imune à vida? Pensando nisso, o desafio é abusar do amor e evitar as dores desnecessárias.
