A meta de ontem foi batida. Meta-autossabotagem. Meta-auto-violência. Cada ML daquela garrafa de vinho tinha uma finalidade. Era preciso umedecer os maus sentimentos e as desagradáveis sensações, e não engolir à seco. Coloquei para dentro mais uma dose de algo maléfico (e não me refiro à bebida). O meu corpo revidou, reagiu. Não aceita "apanhar calado". Insiste em apontar:" Ei, moça! Isso não te faz bem!". Em dias de rebeldia (contra si?), teimo em ignorar as evidências. E, a história ganha mais um capítulo, enquanto eu perco mais um pedaço de mim.
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