Hoje o dia não estava sorridente como o de ontem. Ah, sim... é bom esclarecer: hoje = 14/07 e ontem = 13/07. Algo insistia em TENTAR me puxar para baixo, em azedar-me. Mas, conscientemente, empenhei-me em não deixar isso acontecer. Os amargos e doces da vida também são de nossa responsabilidade e, sendo assim, optei por não render-me a um dia "mais ou menos". Não, não me renderei. Nada me abaterá. Permanecerei de pé, batalhando. Irei em frente, ciente de que encontrarei muitos pedregulhos no caminho. Manter-me-ei fortaleza e farei jus ao carinhoso "tratorzinho" que me apelidaram algumas amigas rsrs... O que é bom, porque trator não estagna na lama; ele não fica ali patinando sem sair do lugar; queimando embreagem; gastando combustível em vão. E como falei ontem para uma dessas amigas, quando necessário ele empurra, puxa ou simplesmente joga na caçambinha e vai embora no “vamo que vamo”...rsrs. Em síntese, hoje eu estava irritadiça, impaciente, houve até espaço para sonolência. Mantive o alerta ligado o tempo todo e cuidei. Tomei conta de mim – fundamental em dias como o de hoje. Ao final, já a noite, fui ao cinema com uma amiga. O bom filme, precedido de algumas risadas compartilhadas e de algumas bobeiras faladas, me trouxe para casa menos tensa. A energia do dia ainda me circunda. Entretanto, ela permanecerá, no máximo, assim: à margem e insuficiente para minar a minha fortaleza.
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